Dança de Salão
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"Preencha de vida sua dança e preencha de dança sua vida" - Luís Florião. . . Falando, dançando e cuidando da Dança a Dois. . . Samba, lambada, forró e tudo mais. A prática, a teoria, a arte e a política. Viva a nossa arte! . . contato: floriao@ig.com.br

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

APRESENTAÇÃO COM GIL SEMEDO NO RIO DE JANEIRO

Dançaremos dia 13 de novembro no Kalesa Lounge com Gil Semedo (www.gilsemedo.com), um dos mais conhecidos cantores de zouk do mundo.

Para você que gosta de dançar ao som de zouk, o show é imperdível!

Nessa viagem ao Brasil o cantor, além do Rio, se apresenta em São Paulo, Minas Gerais e ainda viaja para o Espírito Santo para gravar uma participação especial no novo DVD da Loalwa Braz. Estaremos lá para conferir esse titânico encontro.

O show começa às 23:30 e custa R$ 50,00. A casa de espetáculo fica na rua Sacadura Cabral, 61 - Praça Mauá no Rio de Janeiro. Mais informações: 82062637 e www.djjojasdapesada.com


posted by LUÍS FLORIÃO 9:40 PM
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Olá amigos,

Escrevo para convidá-los a assistir o show da cantora Loalwa Braz.
Loalwa, na nossa opinião é uma das maiores intérpretes da atualidade.
No espetáculo, cantará sambas, boleros, zouks e, é claro, como não podia faltar, a lambada.
Fãs que estejam no Rio podem matar a saudade e quem ainda não curtiu, pode conhecer:
A cantora se apresenta na Lona Cultural Jacob do Bandolim, na Praça do Barro Vermelho - Pechincha, dia 14 de novembro.
Durante o show faremos uma participação especial.
Informações: 24250825 / 98439993

Aproveito para informar à todos que eu e a professora Adriana D´Acri fomos convidados a dançar e ajudar na coordenação artística do novo DVD da cantora Loalwa Braz, que divulga sua nova turnê mundial.

Grande abraço,
Luís Florião



posted by LUÍS FLORIÃO 9:29 PM
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Terça-feira, Outubro 06, 2009

I CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA

II REUNIÃO SETORIAL DA DANÇA

II Reunião Setorial da Dança - Resumo

A II Reunião Setorial da Dança, realizada no dia 28/09, às 19h no Teatro Angel Vianna, localizado no 2º Andar do Centro Coreográfico, contou com a presença de aproximadamente 40 pessoas da classe de dança, do município do Rio de Janeiro, entre elas 15 artista de dança contemporânmea, 4 produtores, 4 profissionais de dança/educação, 1 jornalista de dança, 2 órgãos de classe (Coord de Dança/Funarte e Sindicato dos Profissionais de Dança do RJ) 4 artistas de dança de rua, 3 artistas de dança de par/salão, 3 projetos sociais em dança, 3 artistas de dança flamenca e ouvintes.

A mesa de mediação foi presidida pela Diretora Artística do Centro Coreográfico – Carmen Luz, que convidou para compô-la o Sr. Leonel Brum da FUNARTE e a Sra. Denise Acquatone do Sindicato da Dança.

Para dar início ao trabalho, a diretora artística do Centro Coreográfico fez um breve resumo da primeira reunião e solicitou aos componentes da mesa que apresentassem suas propostas de encaminhamento elaboradas a partir do estudo e do cruzamento entre o texto base da Conferência Nacional de Cultura com os 5 eixos temáticos por este apresentado e as diretrizes apontadas no documento elaborado pelo Colegiado Setorial de Dança.

Os 5 eixos temáticos são:

1. Produção Simbólica e Diversidade Cultural, focado na produção de arte, promoção de diálogos interculturais, formação no campo da cultura e democratização da informação;

2. Cultura, Cidade e Cidadania, voltado às cidades como espaço de produção;

3. Cultura e Desenvolvimento Sustentável, que discutirá a importância estratégica da cultura no processo de desenvolvimento;

4. Cultura e economia criativa, que abordará a economia como estratégia de desenvolvimento;

5. Gestão e Institucionalidade da Cultura, que visa o fortalecimento da ação do Estado e participação social no campo da cultura.

Após as explanações das propostas, decidiu-se em plenária que o material apresentado pela equipe da FUNARTE serviria de base para a discussão nos grupos. Os grupos se formaram a partir do interesse dos participantes pelos eixos temáticos. Os eixos 3 e 4 foram discutidos pelo mesmo grupo.

Os participantes ficaram assim divididos:

Grupo 1 - Eixo 1:
Ana Lucia Pereira, André Bern, Andrea Chiesorin, Andrea Jabor, Angélica Jardim, Dani Lima, Diego Dantas, Ivana Barreto, Teresa Taquechel.

Grupo 2 - Eixo 2:
Antônio Costa, Gabriela Alcofra, Luiz Florião, Marcelo Estrella, Morena Paiva, Roberto Anderson, Tiago Ieker.

Grupo 3 - Eixos 3 e 4:
Andrea Elias, Dora de Andrade, Eduardo Bonito, Paulo Caldas, Rosi Santos, Sonia Destri, Thuane Fontes, Viviane Soares.

Grupo 4 - Eixo 5:
Alcir dos Santos, Carolina Goulart, Edézio Paz, Juliana Geyse, Tatiane Sena, Thiago Costa.



Cada grupo então iniciou o estudo e a discussão do cruzamento com vias a elencar os tópicos mais relevantes e a apresentar sugestões de inclusão e/ou alteração em algumas diretrizes e ações. Isto feito, cada grupo, através de seus relatores, colocaram em plenária o resultado do trabalho que deve ser apresentado nas Pré-Conferências Municipais de Cultura.

Dando prosseguimento, alguns dos presentes abordaram sobre a necessidade de mobilização dos diferentes segmentos e grupos da dança localizados nas diversas regiões e bairros do Rio de Janeiro, para uma efetiva participação da classe nas Pré-conferências Municipais, garantindo assim a eleição dos candidatos a delegados e a possibilidade de aprovação das propostas realizadas pelos presentes durante a reunião.

Um novo encontro foi agendado para o dia 05 de outubro, segunda-feira, às 19h no Centro Coreográfico, dia subsequente às duas Pré-conferências Municipais dos dias 03 e 04, com os objetivos de avaliar a participação e a atuação da classe da Dança Carioca e propor novos desdobramentos.

Cordialmente,

Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro




Rua José Higino, nº 115 – Tijuca / Telefones: 2570-1247 / 2268-7139 / 2238-2183 / ccoreografico@gmail.com


posted by LUÍS FLORIÃO 3:02 PM
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Propostas da Dança para Conferência Municipal de Cultura
II Reunião Setorial da Dança - 29/09/2009

EIXO I – PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL
1.1. PRODUÇÃO DA ARTE E BENS SIMBÓLICOS
DIRETRIZES AÇÕES
1.1.1. Implantação de mecanismos de ação direta para o desenvolvimento dos eixos de pesquisa, criação, produção e manutenção de artistas, grupos e companhias de dança. 1.1.1.1. Estimular a criação de mecanismos sistemáticos e democráticos de manutenção de artistas, grupos e companhias independentes de dança na cidade do Rio de Janeiro, de forma a garantir a continuidade de suas ações. Sugestão de programas: programa de subvenção às companhias e aos artistas independentes cariocas; programa de fomento à produção de espetáculos, performances, instalações e novos formatos; Prêmio Riodança dirigido a criadores e intérpretes.1.1.1.2. Criação de edital no município para bolsa de criação artística e bolsa de pesquisa histórica e estética, para fomentar e incentivar o aprofundamento das propostas artísticas em dança. Se possível, observar no edital um percentual dirigido a novos criadores.
1.1.2. Adoção de estratégias de difusão e circulação da produção de dança. 1.1.2.1. Desenvolver programas continuados de difusão e circulação com vistas à regularidade de fluxos, agendas e estabilidade de ações. Sugestões de programa de circulação: Circuito Carioca de Dança, promovendo uma grande circulação de espetáculos, performances e instalações de dança nos diversos teatros da Rede Municipal e Lonas Culturais.1.1.2.2. Estimular a publicação de editais regulares e periódicos que tenham como objeto a concessão de passagens nacionais e internacionais para profissionais da dança.1.1.2.3. Estabelecer uma política cultural de difusão, com parcerias com instituições nacionais e agências de cooperação internacional, que promovam a circulação de artistas e profissionais de dança, grupos e companhias cariocas em programas culturais no Brasil e o exterior. Sugestão de política cultural de difusão a ser incentivada: Projeto “Dança em Trânsito”, que utilizava as ruas e espaços da cidade para apresentações de performances, espetáculos e instalações, promovendo o intercâmbio com artistas e instituições nacionais e internacionais conectados com a rede “Ciudades que danzam”.1.1.2.4. Promover a subvenção de ingressos para a popularização da dança.1.1.2.5. Criar um programa de incentivo para a formação de público de dança entre professores e alunos da Rede de Ensino Público Municipal e redes de ensino privadas.
1.1.3. Estabelecimento de mecanismos democráticos e transparentes voltados para o intercâmbio de profissionais da área da dança. 1.1.3.1. Estabelecer uma política cultural de intercâmbio e residência artística nacional e internacional, para a área da dança, que objetive a participação de artistas e profissionais da área, grupos e companhias cariocas em programas culturais no Brasil e no exterior.1.1.3.2. Estabelecer convênios entre o Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro com outras instituições fomentadoras de política cultural nacionais e estrangeiras.
1.2. CONVENÇÃO DA DIVERSIDADE E DIÁLOGOS INTERCULTURAIS
DIRETRIZES AÇÕES
1.2.1. Criação de uma política específica direcionada à pesquisa, criação e produção assegurada a diversidade artística e cultural da dança no Rio de Janeiro. 1.2.1.1. Criar programas que garantam a produção e a difusão da dança nas suas formas de relação com diversas mídias, tais como documentários, registros de coreografias, obras de videodança e cinedança, instalações multimídia, web, entre outras tecnologias.1.2.1.2. Criação, na esfera municipal, de um edital de dança e tecnologia.1.2.1.3. Criar editais específicos de apoio às pesquisas e publicações na área da dança, em mídia digital ou impressa.1.2.1.4. Assegurar que os programas e ações atendam a diversidade da produção artístico-cultural da dança, no campo amador, profissional e das manifestações populares.
1.3. CULTURA, EDUCAÇÃO E CRIATIVIDADE
DIRETRIZES AÇÕES
1.3.1. Garantia do acesso ao ensino da dança como linguagem artística desde o ensino fundamental até o ensino superior. 1.3.1.1. Garantia da obrigatoriedade da inclusão do ensino da dança nos currículos do ensino básico de todas as escolas públicas e privadas.1.3.1.2. Promover a contratação de docentes com licenciatura na área da dança para ministrar disciplina arte/dança.1.3.1.3. Criação do cargo de Professor 1 de Dança na Rede de Ensino Público Municipal e criação de concurso para efetivação dos professores.1.3.1.4. Promover a contratação de profissionais de dança para desenvolver projetos específicos em instituições públicas e privadas utilizando a dança como tecnologia de gestão social.1.3.1.5. Promover um amplo processo de capacitação e formação de educadores de dança, visando o aumento do número de professores licenciados ou especialistas nas escolas, até atingir a meta de 100% dos docentes da disciplina, em 10 anos.
1.3.2. Ampliação da oferta nas instâncias públicas e privadas para a formação do profissional em dança em nível técnico e superior. 1.3.2.1. Garantir a implantação de cursos técnicos e superiores e de programas de pós-graduações em dança, em instituições públicas e privada do município.1.3.2.2. Garantir que instituições de reconhecida importância na formação técnica e de graduação em dança,no setor privado do município, tenham subsídios ou incentivos que possibilitem sua manutenção.1.3.2.3. Garantir a implantação de pelo menos um curso superior de dança em cada região do município, em instituições públicas.1.3.2.4. Estimular a destinação de recursos nas escolas e universidades públicas para instrumentalizar o ensino técnico e superior de dança.1.3.2.5. Garantir verbas que consolidem as pesquisas na área da dança e a concessão de bolsas para a produção artístico-acadêmica e de pesquisa.1.3.2.6. Fomentar a formação de críticos e produtores especializados na área da dança.
1.3.3. Integração de programas da Secretaria Municipal de Cultura e da Secretaria Municipal de Educação para implantação de ações que articulem a produção artística, cultural e educativa na área da dança. 1.3.3.1. Criar programas integrados de ações artístico-culturais e educativas entre Secretaria Municipal de Cultura e Secretaria Municipal de Educação.1.3.3.2. Estabelecer programas de bolsas de estudo para o aprimoramento de artistas, pesquisadores e técnicos no exterior e no Brasil. Sugestão de programa que poderia ser implantado no município e já existiu na esfera federal: Bolsa Virtuose.1.3.3.3. Criar um programa entre Secretaria Municipal de Cultura e Secretaria Municipal de Educação, visando assegurar a aquisição de materiais didáticos, como livros, registros e vídeos específicos de dança, para o sistema público de bibliotecas.1.3.3.4. Criar um programa de capacitação técnica, técnica-artística e de gestores e produtores culturais de dança, articulando ações conjuntas entre Secretaria Municipal de Cultura e Secretaria Municipal de Educação.1.3.3.5. Estimular a criação de ações extensionistas nas Universidades que possuam graduação em dança.1.3.3.6. Criação de ações extensionistas não apenas no que se refere aos cursos de extensão, mas também atividades artísticas integradas às acadêmicas, como mostras de dança, festivais de dança, encontros, aulas-espetáculo etc1.3.3.7. Criar editais para o fomento de programas não-formais de ensino continuado em dança.Esclarecer este ponto: seria a criação de editais para projetos sócio-culturais?1.3.3.8. Promover a criação de programas colaborativos para o desenvolvimento de atividades extra-curriculares nas escolas públicas, oferecendo diferentes oportunidades de conhecer, apreciar e fazer a dança.
1.3.4. Promoção da integração entre as instituições educacionais e culturais. 1.3.4.1. Criar programas que promovam a permanente integração e troca de informações e conhecimentos entre as instituições educacionais e culturais, com o desenvolvimento de políticas que estimulem a formação de público para a dança.1.3.4.2. Fomento para criação de seminários, encontros, aulas-espetáculo, conversas entre artistas, pesquisadores e público após as apresentações de trabalhos artísticos, promovendo maior intercâmbio entre a academia e a produção artística, para alimentar também a produção crítica, nos diversos centros culturais da Prefeitura do Rio e nas universidades e escolas do município1.3.4.3. Incentivar a inclusão de escolas, academias e instituições do ensino informal da dança no Sistema Nacional da Dança.
1.4. CULTURA, COMUNICAÇÃO E DEMOCRACIA
DIRETRIZES AÇÕES
1.4.1. Estímulo à fruição por meio da difusão da informação sobre a dança. 1.4.1.1. Criar e ampliar os espaços para veiculação das produções e programas específicos sobre a dança nos canais públicos de televisão e rádio, garantindo espaço para a divulgação da produção local.1.4.1.2. Estimular a inclusão da dança nos programas e eventos de promoção e difusão da cidade do Rio de Janeiro, em território nacional e no exterior, agregando o valor simbólico dessa arte e priorizando a participação do artista cariocas.1.4.1.3. Incentivar a ampliação de publicações e veículos especializados em dança.

EIXO 2 – CULTURA, CIDADE E CIDADANIA
2.1. CIDADE COMO FENÔMENO CULTURAL
DIRETRIZES AÇÕES
2.1.1. Implantação de mecanismos de ação direta para o desenvolvimento dos eixos de pesquisa, criação, produção e manutenção de artistas, grupos e companhias de dança, através de centros de criação e produção em dança. 2.1.1.1. Ampliar, adequar e manter espaços públicos destinados à pesquisa e criação em dança.2.1.1.2. Manutenção do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, através de dotação orçamentária compatível com a formulação e a gestão dos projetos para pesquisa e criação em dança, garantindo também a manutenção e ampliação de equipe para assessorar a direção artística no acompanhamento dos projetos. 2.1.1.3. Transformar o Centro Coreográfico do Rio de Janeiro em um Pólo Dinamizador das políticas públicas municipais para a área da dança.2.1.1.4. Estabelecer políticas transparentes e democráticas para ocupação dos teatros públicos, através de criação de uma ouvidoria para estabelecer agilidade na comunicação entre artistas e poder público, elaborando inclusive pareceres sobre os projetos selecionados e os não-selecionados em editais, a fim de esclarecer para os proponentes de tais projetos quais os critérios observados nos julgamentos.2.1.1.5. Garantir a criação de centros de criação e produção em dança no âmbito municipal.2.1.1.6. Criar incentivos especiais para a construção de espaços cênicos, que atendam as especificidades da dança, em municípios que ainda não possuam esse tipo de equipamento.2.1.1.7. Reservar dotação orçamentária para manter os espaços da Prefeitura que já existem, como as Lonas Culturais, estimulando a criação artística em dança nestes locais através de editais de fomento.2.1.1.8. Fomentar a realização de mostras de dança amadora de caráter não-competitivo.2.1.1.9. Ampliar e dar continuidade a Programas de Apoio a Festivais de dança profissional, seminários e conferências, nas esferas federais, distrital, estaduais e municipais.2.1.1.10. Criar mostras de dança universitária.
2.2. MEMÓRIA E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL
DIRETRIZES AÇÕES
2.2.1. Criação de uma política direcionada ao registro e memória da multifacetada produção artística e cultural da dança no Rio de Janeiro. 2.2.1.1. Criar centros de referência e acervos direcionados à preservação, memória, divulgação de pesquisa e informação na área da dança, direcionados à democratização do acesso. Garantir a criação de, pelo menos, um centro de referência em cada região do município.2.2.1.2. Realizar atividades que contribuam para manter viva a memória da dança, nas suas diversas formas de expressão, estimulando a realização de eventos, a edição e a publicação de livros e de periódicos, documentários e registros, estabelecimento de bancos de dados e mídias digitais, entre outros.2.2.1.3. Implantar políticas para registro e preservação da dança como patrimônio imaterial em suas diversas formas de expressão.2.2.1.4. Salvaguardar a preservação, pesquisa e produção artística atual do patrimônio cultural do samba carioca, com ações de pesquisa e manutenção de experiências relevantes para o município, como, por exemplo, a Escola de mestre-sala e porta-bandeira de mestre Dionísio.2.2.1.5. Incentivar o desenvolvimento de projetos de guarda da memória da dança através de registros orais, sonoros e iconográficos.2.2.1.6. Criar editais para bolsas de pesquisa e publicações direcionadas ao registro e memória da dança.2.2.1.7. Incentivar a produção de registros e documentários audiovisuais sobre manifestações e experiências pessoais e de grupos de relevância para a memória da dança em sua diversidade.
2.2.2. Consolidação e manutenção de acervos de dança, centros de pesquisa, criação e produção de dança. 2.2.2.1. Criar editais específicos de apoio à manutenção de acervos e a ações de circulação e difusão da memória da dança.2.2.2.2. Fomentar que acervos públicos da área da dança sejam protegidos, conservados, difundidos e ampliados através de programas específicos.2.2.2.3. Destinar recursos para a criação e/ou adequação de espaços físicos com equipamentos, digitalização e catalogação de acervos de dança.
2.3. ACESSO, ACESSIBILIDADE E DIREITOS CULTURAIS
DIRETRIZES AÇÕES
2.3.1. Adoção de estratégias de formação de público. 2.3.1.1. Como forma de estimular e aperfeiçoar o uso do direito da população à participação na vida cultural (livre criação, livre acesso, livre difusão e livre participação) a política pública municipal para a Dança, baseada numa visão sistêmica, deverá desenvolver entre suas diretrizes uma gestão pública estratégica para a Dança no município, entendendo-se isto como a promoção e o desenvolvimento de todos os segmentos da Dança nos seus mais diferentes aspectos (educação, fomento, difusão, pesquisa etc.). Essa gestão buscará fortalecer as demandas já organizadas e identificá-las, assim como apoiar as demandas atuantes, porém ainda não suficientemente organizadas, utilizando ferramentas gerenciais (censo, mapeamento, entre outras) que permitam um planejamento mais eficiente das necessidades imediatas e futuras do setor e da população atendida por ele. 2.3.1.2. Criar estratégias de formação de público que incluam parcerias com as empresas que trabalham com a Dança, evitando a sobreposição de meios e buscando a otimização de recursos, procurando gerar e intensificar o fluxo de experiências entre as diversas populações.2.3.1.3. Estimular ações transversais da dança com outras áreas como educação, turismo, ação social, meio ambiente, ciência e tecnologia, dentre outras, objetivando ampliação e formação de público.
2.3.2. Criação de mecanismos específicos para registro de trabalhos autorais de dança. 2.3.2.1. Estimular a criação de um Centro Nacional de registros autorais de dança, garantindo os benefícios dos direitos autorais e conexos ao criador em todas as configurações de dança, de acordo com a legislação dos direitos autorais.Rever este item, possivelmente criando debates e discussões acerca de autoria e copy-left. No séc. XXI, globalizado e com a multiplicação das práticas colaborativas e cruzamento de diversas áreas e linguagens, com meios de acesso gratuito e democrático, seria ainda válido criar um Centro de registros autorais no município?

EIXO 3 – CULTURA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
3.1. CENTRALIDADE E TRANSVERSALIDADE DA CULTURA
DIRETRIZES AÇÕES
3.1.1. Fortalecimento da ação do Município no planejamento, na execução e na avaliação das políticas culturais de dança integradas a outras áreas de atuação da instância. 3.1.1.1. Estimular a inclusão da dança como instrumento de tecnologia social em programas de governo já existentes através do levantamento das oportunidades para a dança dentro dos programas do governo municipal já existentes, criando dotação orçamentária e edital para seleção de projetos que ocuparão esses programas.3.1.1.2. Criar e implementar de forma sustentável programas de dança em instituições públicas de instância municipal tais como: hospitais (UPA’s), escolas, abrigos municipais, lonas e centros culturais, praças públicas, museus, com ações direcionadas para o desenvolvimento artístico-cultural aplicando-a como tecnologia de gestão social, com criação de projetos-piloto a partir de 2010 e ações casadas com programas das instâncias federal e estadual.
3.2. PATRIMÔNIO CULTURAL, MEIO AMBIENTE E TURISMO
DIRETRIZES AÇÕES

3.3. CULTURA, TERRITÓRIO E DESENVOLVIMENTO LOCAL
DIRETRIZES AÇÕES
3.3.1. Desenvolvimento de processos colaborativos entre o poder público municipal, neste caso representado pela Secretaria Municipal de Cultura, e a sociedade civil organizada (profissionais da dança, entidades e associações da classe de dança, escolas técnicas e superiores, entre outros) visando à execução e avaliação das políticas culturais de dança 3.3.1.1. Realizar Seminários Bienais, a partir de 2010, para a discussão e estabelecimento de critérios públicos e democráticos para a distribuição do recurso público, atendendo as demandas e necessidades recorrentes da dança.

EIXO 4 – CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA
4.1. FINANCIAMENTO DA CULTURA
DIRETRIZES AÇÕES
4.1.1. Estímulo à ampliação e definição de programas com dotação orçamentária específica para a dança com o aumento exponencial dos recursos públicos diretos e indiretos. 4.1.1.1. Criar um Fundo Municipal de Dança.4.1.1.2. Implantar mecanismos democráticos e transparentes de acesso a recursos de fundos do município do Rio de Janeiro garantindo a continuidade de programas para o setor.4.1.1.3. Garantir no âmbito municipal dotação orçamentária própria para a dança nos mecanismos de financiamento à cultura como aporte direto ou indireto e aplicação descentralizada dos recursos.4.1.1.4. Ampliar e atualizar o sistema de acompanhamento das informações e dados relativos às ações, editais e recursos econômicos da área cultural, de forma a garantir a transparência e o acompanhamento dos processos em curso.4.1.1.5. Estabelecer mecanismos diferenciados de acesso, por entes públicos e privados, aos recursos disponibilizados ao fomento da dança evitando-se instrumentos de acesso e concorrência simultânea dos mesmos.4.1.1.6. Elaborar em 2010 uma lei específica de fomento à dança.4.1.1.7. Estimular a criação de mecanismos de investimento direto da iniciativa privada à produção da dança no município.
4.2. SUSTENTABILIDADE DAS CADEIAS PRODUTIVAS DA CULTURA
DIRETRIZES AÇÕES
4.2.1. Estabelecimento de mecanismos para obtenção de dados sobre a economia da dança e seus reflexos na economia da cultura. 4.2.1.1. Criar edital de fomento à pesquisa e levantamento de indicadores visando à obtenção de dados estatísticos sobre a economia da dança.
4.3. GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA
DIRETRIZES AÇÕES
4.3.1. Construção de um canal institucionalizado, em âmbito municipal, para discutir e aprimorar a legislação que dispõe sobre a regulamentação da profissão de artista. 4.3.1.1. Realizar Seminários Municipais periódicos sobre as questões trabalhistas e tributárias relativas à área da dança.
4.3.2. Adequação da estrutura tributária específica para a produção artística. 4.3.2.1. Desoneração tributária municipal para o fomento à dança, como por exemplo: redução de IPTU e ISS.
4.3.3. Criação de mecanismos para financiamento à produção de dança. 4.3.3.1. Fomentar a criação de micro-crédito para produtores de dança de pequeno e médio porte, além de criar linhas de crédito especiais para projetos de formação e de difusão da dança.
4.3.4. Consolidação da gestão e cargos relacionados à área da dança. 4.3.4.1. Ampliar e consolidar espaços de gestão próprios da dança, por meio da presença de profissionais especializados em dança, no âmbito público e privado.4.3.4.2. Estimular a criação de cargos de gestores de dança nos organogramas das Instituições públicas no âmbito municipal.4.3.4.3. Estimular a criação de cargos e planos de carreiras específicos para a dança, a serem preenchidos por meio de concursos públicos, de acordo com a legislação vigente.4.3.4.4. Capacitar gestores públicos, privados e independentes na área da dança.

EIXO 5 – GESTÃO E INSTITUCIONALIDADE DA CULTURA
5.1. SISTEMAS NACIONAL, ESTADUAIS E MUNICIPAIS DE CULTURA
DIRETRIZES AÇÕES
5.1.1. Desenvolvimento de processos colaborativos entre a instância municipal e as instâncias feder


posted by LUÍS FLORIÃO 3:00 PM
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Queridos Colegas e Toda a Classe de Dança do Município,

A Secretaria Municipal de Cultura e o Centro Coreográfico da Cidade do
Rio de Janeiro vem por meio deste convida-los para as
Pré-Conferências Municipais de Cultura a serem realizadas nos dias
03, 04 e 17 de outubro como descrito em anexo.

Desejamos contar com sua presença e participação nesse processo de
integração do segmento, criando representatividade do setor e unindo
forças para formulação de subsídios que auxiliem a implementação de
uma eficaz política de cultura do município.

Em anexo seguema 3 documentos. O 1º é um resumo de nossa II Reunião, o
2º se refere as propostas desenvolvidas durantes a II Reunião
Setorial da Dança e o 3º documento, o calendário especificado das
Pré-Conferências.

Esperamos vocês lá!

Um forte abraço,
Carmen Luz


posted by LUÍS FLORIÃO 2:59 PM
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Quarta-feira, Setembro 16, 2009


INSCRIÇÕES PRORROGADAS PARA Iª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA
Publicada em: 30/09/2009 às 13:25 - http://www.rio.rj.gov.br/cultura/


ATENÇÃO: INSCRIÇÕES PRORROGADAS!
AGORA VOCÊ PODERÁ SE INSCREVER NO DIA DAS PRÉ-CONFERÊNCIAS, NOS PRÓPRIOS LOCAIS ATÉ AS 12 HORAS.

Cultura quer ouvir você.
A Secretaria Municipal de Cultura vai reformular a sua Política e quer ouvir a sua opinião, seja você artista, intelectual ou não. Basta ser cidadão para falar com um governo que quer ouvir você antes de tomar uma decisão. Quantas vezes já pediram sua opinião antes?

Em outubro debateremos o que queremos para a cultura de nossa cidade em diversos bairros do Rio de Janeiro e você poderá dizer o que gostaria de ver, saber, sugerir, criticar o que achar errado, apoiar o que gosta, fazer valer democraticamente a sua voz.
Não custa nada. Sua opinião é importante. Participe!



Faça sua inscrição pelo site www.rio.rj.gov.br/conferenciamunicipaldecultura
Ou compareça na data e local escolhidos, até as 12 horas, e faça sua inscrição.

Datas e locais das pré-conferências:
3/10/2009 - 8 às 17h
Bangu - Lona Cultural Hermeto Pascoal, Praça 1º de Maio
Campinho - Escola de Samba Tradição, Estr. Intendente Magalhães, 160
Pechincha - Lona Jacob do Bandolim, Pça. do Barro Vermelho
Andaraí - Escola de Samba Salgueiro, R. Silva Telles, 104
Centro - Teatro Municipal Carlos Gomes, Praça Tiradentes, s/n
Copacabana - Sala Municipal Baden Powell, Av. N.S. Copacabana, 360



4/10/2009 - 8 às 17h
Campo Grande -Auditório da Faculdade UNISUAM, R.Alfredo de Moraes, 548
Olaria - Clube do Olaria, R. Bariri, 251.



17/10/2009 - 8 às 17h
Centro - Teatro Municipal Carlos Gomes, Praça Tiradentes, s/n
Copacabana - Sala Municipal Baden Powell, Av. N.S. Copacabana, 360
Barra - Terra Encantada, Av. Ayrton Senna, 2800

SOBRE A Iª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA

Integração e Direito à Cidade.



O poder público e a sociedade começam a encarar a cultura como eixo estratégico para o desenvolvimento social. A importância de uma conferência de cultura para o desenvolvimento e qualificação da participação da sociedade coloca o poder público e os segmentos artístico-culturais em um franco processo de construção conjunta de políticas públicas de Cultura.
Outro fator importante que vai suscitar o debate nas conferências é o aprofundamento, pelos potenciais participantes, sobre os eixos de discussão que integram o temário, esta será a pauta que vai promover e fomentar a discussão entre artistas, produtores, gestores, investidores, consumidores e demais protagonistas da cultura, valorizando a diversidade das expressões e o pluralismo das opiniões em nosso município.
A II Conferência Nacional de Cultura (II CNC) que se realizará de 11 a 14 de março de 2010, na capital federal, terá como tema geral A Cultura, Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento. Os municípios terão até 31 de Outubro para realizarem as suas conferências municipais e/ou intermunicipais e os estados têm prazo até 15 de dezembro para promoverem as conferências no âmbito estadual.
Dentro desta perspectiva, realizaremos pré-conferências, onde será eleita a delegação à conferência, sejam realizadas por regiões da cidade, divididas e representadas pelas subprefeituras. Os delegados serão eleitos observando-se a proporção de 1/3 de representantes do poder público, 1/3 de representantes dos segmentos sociais e 1/3 de representantes do segmento cultural. A Conferência Municipal de Cultura elegerá, no máximo, 24 delegados para participarem da Conferência Estadual de Cultura.

inscrição: http://www.rio.rj.gov.br/conferenciamunicipaldecultura/


posted by LUÍS FLORIÃO 11:06 PM
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Sexta-feira, Setembro 04, 2009

English version below - Versión en espanõl abajo


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Olá companheiros, tenho um comunicado aos que estejam no Rio de Janeiro em setembro:

Haverá um show da cantora Loalwa Braz (ex-vocalista do Kaoma), dias 23 e 24 de setembro no Teatro Rival. (Informações: 22404469)

Eu e a minha parceira Adriana D´Acri fomos convidados para dançar no espetáculo - continuamos trabalhando para que cada vez mais a música e a dança brasileira estejam em evidência.

O Movimento Lambada Brasil apóia e incentiva - vamos lotar o teatro!

Atenciosamente,
Luís Florião - Professor e pesquisador das danças brasileiras e idealizador do Movimento Lambada Brasil


Abaixo você encontra informações sobre:
Loalwa Bras,
Luís Florião e Adriana D´Acri
o Movimento Lambada Brasil;
o crescimento da lambada (zouk brasileiro) por todo o planeta
história da lambada e do zouk



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Hello comrades, I have an invitation to those who are in Rio de Janeiro in September:

There will be a concert by singer Loalwa Bras (former lead singer of Kaoma), 23 and 24 September at the Teatro Rival. (Informations: 5521 22404469)

Me and my partner Adriana D'Acri were invited to dance in the show - we keep on working to put the Brazilian music and dance more and more in evidence.

Lambada Brazil Movement supports and encourages such cultural events - let´s crowd the theater!

Regards,
Louis Florião - Professor and researcher of Brazilian dances and founder of the Lambada Brazil Movement


55 21 85340306
almad@dancecom.com.br



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Hola compañeros, tengo una declaración a las personas que estén en Río de Janeiro en septiembre:

Habrá un concierto de la cantante Loalwa Bras (ex cantante de Kaoma), 23 y 24 de septiembre en el Teatro Rival. (Información: 5521 22404469)

Yo y mi compañera Adriana D'Acri fuimos invitados a bailar en el show - siguimos trabajando para que más y más la música y la danza brasileña estea en evidencia.

El movimiento Lambada Brasil apoya y alienta - vamos a llenar el teatro!

Recuerdos,
Louis Florião - Profesor e investigador de danzas brasileñas y fundador del Movimiento Lambada Brasil

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Abajo informaciones:
Loalwa Bras,
Luís Florião e Adriana D´Acri
o Movimento Lambada Brasil;
o crescimento da lambada (zouk brasileiro) por todo o planeta
história da lambada e do zouk


posted by LUÍS FLORIÃO 4:06 PM
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LOALWA BRAZ:

A VOZ QUE DEU A VOLTA AO MUNDO ‘’20 ANOS DE LAMBADA”
TURNÊ NACIONAL E INTERNACIONAL

Dias 23 e 24/09 – Quarta e quinta às 19h30





Após fazer sucesso ao emplacar a lambada nos quatro cantos do mundo, Loalwa Braz, que comandou o grupo Kaoma, está de volta ao Brasil, no palco do teatro Rival Petrobras. Comemorando as duas décadas da explosão do ritmo quente e da música que tornou essa brasileira uma das 20 vozes mais ouvidas do planeta.

Poucas vozes ecoaram com tanta intensidade, pelo mundo, cantando em todas as línguas, como a de Loalwa. A Lambada transformou o cenário musical da década de 80 e levou sua intérprete a uma gigantesca turnê de quatro anos (non-stop) por mais de 90 países, cantando os sucessos “Chorando se foi” e “Dançando Lambada”. Segundo Loalwa, “A música não tem fronteiras”.

Essa carioca, nasceu no meio musical, com pai chefe de orquestra popular e mãe pianista clássica, Loalwa sempre foi influenciada pela boa música. Pianista clássica desde os quatro anos, iniciou sua carreira musical aos 13, sempre cercada de ritmos lendários do Brasil. Seus dons naturais lhe renderam vários prêmios, elogios e reconhecimento entre os maiores da MPB como Gilberto Gil, Tim Maia, Alcione, Maria Bethânia, Emilio Santiago, Gal Costa, Caetano Veloso, entre tantos outros.

Após o sucesso no Palais des Sports, no show “Brésil em Fête”, a cantora decidiu viver em Paris. Lá se apresentou nos mais místicos templos do espetáculo: Paradis Latin, Méridien (Paris), Olympia (88 e 92), TLP Dejazet, New Morning, Zenith, Madison Square Garden, entre outros. Além de ser membro da Academia Francesa de Artes, Ciências e Letras, sendo condecorada com medalha de prata. Com o fim do grupo do Kaoma, Loalwa Braz seguiu sua carreira artística realizando turnês no Japão, Alemanha, Suíça, Marrocos, Trinidad Tobago, EUA e Rússia.

Na indústria cinematográfica, Loalwa compôs e interpretou três canções, duas no filme “LeRoi Desperados” - produzido pelo estúdio de televisão francês Canal +, onde interpretou de forma magnífica com a célebre Orquestra Filarmônica de Londres a trilha sonora do filme “Dis-moi oui”; dirigido por Alexandre Arcady e música de Phillipe Sarde.


Loalwa Braz, Diva de múltiplas faces, quer seja em português, espanhol, inglês ou francês. Além das fronteiras, saberá nos transportar para novos sonhos.

Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dias 23 e 24/09 – Quarta e quinta às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia

Preço:
Setor A/ Mezanino
R$ 50,00(Inteira)
R$ 25,00(Meia)

Setor B
R$ 40,00(Inteira)
R$ 30,00(Os 100 primeiros pagantes)
R$ 20,00(Meia)

Classificação; 16 anos



posted by LUÍS FLORIÃO 3:58 PM
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Adriana d' Acri e Luís Florião

Luís Florião pesquisa as danças brasileiras desde 1987 e, junto com Adriana D´Acri, ensina danças sociais desde 1993. Cariocas, especializados no samba, no forró e na lambada carioca (também chamada de lambada zouk ou zouk), ministraram oficinas e apresentaram-se nos mais importantes encontros e congressos de danças brasileiras - na maioria dos estados do Brasil e também em vários países: Alemanha, Argentina, Espanha, Inglaterra, Holanda, Peru, Portugal e Suíça. Prestaram consultoria técnica e participaram de alguns programas de destaque na TV brasileira, como a mini-série “Um só Coração” e a novela “O Profeta” da Rede Globo.

Dedicam-se à difusão e ao ensino das danças mais representativas de nosso país com grande cuidado em relação às tradições bem como à pesquisa do movimento e às modernas técnicas da área, atuando também em apresentações, palestras e organização de eventos.

Responsáveis por diversos projetos como a Escola Sindicato da Dança (criada em 1995), o Br Danças – Congresso Internacional de Danças Brasileiras (evento anual, com 1a edição em 2005). Luís é ainda o atual presidente da Andanças – Associação Nacional de Dança de Salão e integrante da diretoria do Fórum Nacional de Dança.

Consultoria técnica e a representação em órgãos da categoria complementam o perfil artístico da dupla.





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MOVIMENTO LAMBADA BRASIL


Fomentar a dança Lambada, uma manifestação da cultura popular brasileira de extrema beleza e plasticidade, buscando que a sociedade reconheça o valor desta riqueza cultural viva da arte contemporânea.
Se pretende um movimento mundial trabalhando para o resgate da popularidade da dança Lambada, levando-a da forma inicial e da forma atual (estilo do Rio de Janeiro) à sociedade, derrubando estereótipos através do contato desta arte com o público.

Objetivos principais:

Preservar e difundir a dança lambada aumentando a visibilidade dentro e fora do País, promover e unir instrutores dessa dança, escolas, grupos, academias, núcleos e demais profissionais;

Empenhar-se na melhoria da qualidade, aprimoramento e lucratividade dos profissionais dessa modalidade da dança de salão Brasileira, por intermédio de ações educativas e informativas;

Preservar o patrimônio sócio-cultural e artístico da dança lambada;

Apoiar na implementação de projetos de difusão dessa dança e na realização de eventos, tais como encontros, mostras, seminários, festivais;

Zelar pelo prestígio e incentivar a ética na área;

Fortalecer a classe diante da sociedade e órgãos públicos, bem como cooperar com as demais associações e órgãos de classe, entidades congêneres, nacionais e/ou internacionais desde que tenham as mesmas diretrizes;

Promover o intercâmbio com instituições de ensino e pesquisa, nacionais e/ou internacionais que possam de alguma forma, colaborar com o desenvolvimento da nossa área;




posted by LUÍS FLORIÃO 3:43 PM
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Nova explosão da lambada

Quem não se lembra da lambada? Uma dança expressiva, de movimentos sinuosos que realçam a beleza da mulher. Uma dança brasileira que foi febre mundial no final dos 80, início dos anos 90. Pois é, depois que a música deixou de fazer sucesso, a dança saiu dos holofotes, mas não perdeu força, pelo contrário, está mais linda que nunca e hipnotiza platéias no Brasil e no mundo.

"A experiência de divulgar a nossa cultura é muito gratificante, vimos, quando fizemos a primeira turnê na Europa, em 2004, a nossa cultura respeitada e valorizada, vimos lindas apresentações de lambada, feitas por japoneses, argentinos, espanhóis, holandeses, surinameses, angolanos... vimos ingleses dançando como nós, e vimos principalmente um grande amor e curiosidade pelo que é brasileiro. Mais que uma vez encontramos europeus falando português com sotaque brasileiro. Gente que já veio diversas vezes aqui, ou que sonha vir", explica Adriana.

A essa altura, o leitor pode estar surpreso, imaginando japonesas com sainhas rodadas dançando ao som de "Chorando se foi", o maior hit fonográfico daquela época. Mas nem Beto Barbosa, nem Kaoma fizeram parte do repertório. Hoje, dança-se ao som de pops internacionais de Madonna, Cher, Santanna, as músicas árabes com influência cigana são das mais bonitas para se dançar lambada. Nas pistas há ainda a kizomba africana e principalmente a zouk caribenha. Essas, e outras músicas, das mais diversas procedências, têm uma marcação rítmica em comum, a mesma da lambada. A nossa dança hoje, é uma semente verde-amarela espalhada pelo mundo.

Ah, sobre as sainhas das moças e calças largas e estampadas dos rapazes? Pode esquecer também, a lambada atual tem outro visual.

Devido à música lambada ter sido considerada "fora de moda" e de não ter sido mais gravada com esse nome, muitos dançarinos passaram a dar outro nome à dança que praticavam - há quem diga que está dançando lambazouk, lambada-zouk, zouk carioca, zouk brasileiro e ainda outros 30 títulos.

Informar ao grande público para diminuir os estereótipos - muitas vezes até pejorativos e definir uma estratégia mundial de divulgação das principais danças de par brasileiras: a lambada, o samba e forró serão assuntos que novamente pautarão as reuniões com professores europeus e os brasileiros radicados na Europa.

"A nossa preocupação é que se perca a referência brasileira. No Rio e em São Paulo encontramos muito jovem que dança lambada e pensa que dança zouk. Não gostaria de ver nossa arte divulgada como produto caribenho ou francês, mas infelizmente, já aconteceu, e num programa de TV com grande audiência em todo país", relata Luís Florião, que defende a importância da valorização da cultura, do estudo e respeito às origens.
Autor de uma pesquisa a respeito da lambada, ele advoga em favor da manutenção do nome original, pois apesar da natural evolução, os movimentos básicos e característicos mantém-se, não justificando-se a ruptura e mesmo o risco de perda da noção sobre a brasilidade da dança.

"O Brasil está crescendo economicamente e está mais que na hora de começarmos a dar o devido valor à nossa língua e cultura." Completa Luís.




posted by LUÍS FLORIÃO 3:41 PM
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Para Quem Gosta de Lambada e Zouk

Muitos acreditam que a lambada - música e dança - sejam produtos culturais do Caribe. Também há aqueles que acreditam que lambada e zouk sejam nomes diferentes para o mesmo ritmo e dança, mas nada disso é verdadeiro. Para entender como surgiu a lambada e desfazer essa confusão é preciso saber um pouco mais, separando danças e músicas nesse caldeirão de ritmos.

Os Caribes e a Lambada
Em vez de Caribe, o mais correto seria a região chamar-se "Os Caribes", considerando que as ilhas foram dominadas por diversos povos europeus, dando características muito diferentes a cada uma delas. Os Caribes seriam quatro: o espanhol, o francês, o inglês e o holandês. Todos têm em suas culturas, em maior ou menor grau, influência dos nativos, dos colonizadores e dos africanos. Na música, isso representou uma enorme diversidade, mas com um detalhe: quase todos os países utilizam principalmente os instrumentos de cordas que vieram da Europa e a percussão africana (basicamente do povo Yorubá).

A Música Zouk
A música caribenha, que é também ingrediente de diversos ritmos brasileiros, sempre exerceu grande influência no norte do Brasil, em especial no Maranhão.
O zouk é uma dessas músicas. Forte onde ocorreu colonização francesa como a Martinica e Guadalupe, é cantado normalmente em creòle, uma mistura do francês com línguas africanas. Estudiosos acreditam que a sua base rítmica seja oriunda da cultura árabe. Esta mesma base é encontrada também em vários países como Espanha e Portugal, no continente africano e em praticamente toda a América.
Uma das versões sobre o surgimento da música zouk afirma que ela foi criada para divulgar a Martinica e ter, a exemplo de Cuba, influência cultural na América Latina. O resultado foi apenas parcial: conseguiram que o ritmo se espalhasse pelo mundo, mas como isso ocorreu a partir da França, em diversos lugares, inclusive no Brasil, muitos passaram a acreditar que a música seria francesa.

A Dança Zouk
O zouk - que significa festa - é uma dança muito parecida com o merengue, praticada no Caribe, principalmente nas ilhas de Guadalupe e Martinica. É dançado trocando o peso basicamente nas cabeças dos tempos musicais e sua coreografia é pouco elaborada.

A Música Lambada
Surgida no Pará, a música lambada tem base no carimbó (que na forma tradicional é marcada por tambores de tronco de árvores afinados a fogo) e na guitarrada, influenciada por vários ritmos como a cúmbia, o merengue e o zouk.
Diversos relatos de paraenses contam que uma emissora local chamava de "lambadas" as músicas mais vibrantes. O uso transformou o adjetivo em substantivo, batizando o ritmo que tem Pinduca como nome mais importante. Essa mistura do carimbó com a música metálica e eletrônica do Caribe caiu no gosto popular.
O grande sucesso, no entanto, aconteceu após a entrada de empresários franceses no negócio, que de uma só vez compraram os direitos autorais de centenas de músicas. Com uma gigantesca estrutura de marketing e bons músicos, o grupo Kaoma lançou com êxito a lambada na Europa e outros continentes. Adaptada ao ritmo, a música boliviana "Chorando se foi" tornou-se o carro chefe da novidade pelo mundo.
Seguiu-se um período intenso de composições e gravações de lambadas tanto no mercado interno quanto externo. Dezenas de grupos e diversos cantores pegaram carona no sucesso do ritmo, incrementando suas carreiras, como foi o caso de Sidney Magal, Sandy e Jr, Fafá de Belém e o grupo Balão Mágico. É uma história recorrente, onde apenas mudam os personagens: a valorização do produto brasileiro se dá somente após a vitória no exterior.
Depois dessa fase de superexposição, como acontece com quase todas as boas novas de ontem, deu-se um natural desgaste com a conseqüente queda nas vendas até o cessar da produção.

A Dança Carimbó
Antes de falar sobre a dança lambada lembremos do carimbó, uma de suas raízes. Provavelmente originada na tribo indígena Tupinambá, é uma antiga dança pertencente ao folclore amazônico e ainda hoje, muito praticada. Possui há tempos clara influência espanhola e tem como principais características movimentos onde a mulher tenta cobrir o homem com a saia, o galanteio, muitos giros e rotações de cabeça.

A Dança Lambada
A dança lambada teve sua origem no norte do Brasil, a partir de uma mistura da dança carimbó com danças nordestinas e ainda algumas figuras do maxixe, como o balão apagado. Em sua primeira fase chegou até o Nordeste, mas, sem fincar raízes. Nesse período a lambada tinha como principal característica os casais bem próximos.
Em seguida, ela chega a Porto Seguro e se desenvolve. Como referências cito as casas Lambada Boca da Barra em Porto e o Jatobar em Arraial D'Ajuda - onde desde o início também as Rumbas Flamencas (então chamadas de lambadas espanholas) e os zouks (então chamados de lambadas francesas) serviram para embalar os lambadeiros.
No fim da década de 80 veio o sucesso mundial que aconteceu graças à grande promoção feita pelo Kaoma, que contava com dançarinos brasileiros em seus shows. No exterior e aqui, a lambada (dança e música) tornou-se um fenômeno de vendas e em pouco tempo passou a marcar presença em novelas (ex. abertura da Rainha da Sucata da rede Globo de 1990), filmes e praticamente todos os programas de auditório - É a hora dos grandes concursos, shows etc. A necessidade do espetáculo faz com que os dançarinos criem coreografias cada vez mais ousadas, com muitos giros e acrobacias.

O Novo Estilo, a Lambada Carioca
Depois de vários anos nos topos das paradas de sucesso pelo mundo, a música lambada entrou em crise e parou de ser gravada. Os Djs das boates aproveitaram então para simular o enterro do estilo musical.
A dança perdeu destaque, mas sobreviveu, pois já haviam sido feitas nas lambaterias muitas experiências com variados estilos de música que tivessem a batida (base de marcação) que permitisse dançar lambada, só para citar um exemplo, a banda de rumba flamenca Gipsy Kings teve vendagem significativa no Brasil por conta da dança. Então as músicas francesas, espanholas, árabes, estadunidenses, africanas, caribenhas etc. garantiram a continuidade do estilo de dança. De todas as músicas, o zouk foi a que melhor se encaixou, tornando-se, a preferida para se dançar a lambada.
O fato de se passar a dançar em músicas com um andamento mais lento, com mais tempo e pausas que praticamente não existiam na música lambada, permitiu explorar ao máximo a sensualidade, plasticidade e beleza da nossa criação. Os movimentos ficaram mais suaves e fluidos, modificando-se à medida que a dança foi incorporando e trocando com outras modalidades, a relação interpessoal voltou a ganhar valor e as acrobacias ficaram praticamente exclusivas para os palcos. Contribuíram ainda diversas pesquisas, até fora da dança de salão, como por exemplo, as de contato e improvisação.
A casa noturna Ilha dos Pescadores (Barra da Tijuca – Rio de Janeiro), comandada por Tio Pio e norteada pelo lema: enquanto um lambadeiro existir, a lambada jamais morrerá, manteve por quase todo o tempo que a lambada esteve fora da moda os domingos direcionados para essa dança, e é nesse ambiente de resistência que se consolida a transição da lambada de Porto Seguro para a lambada carioca.
Hoje, no início do séc XXI, temos o estilo de Porto Seguro (geralmente chamado de lambada) que preferencialmente usa as músicas mais rápidas (lambadas, zouks, músicas árabes...), muita energia, giros múltiplos da dama, muita oscilação dos ombros e dando a ênfase do movimento nos tempos pares da música*1 ou intercalando nos pares e ímpares e o estilo carioca (chamado muitas vezes de lambazouk, lambada zouk, zouk, zouk love, zouk brasileiro, zouk carioca e outros muitos nomes) que normalmente usa músicas lentas como o zouk love e a kizomba (love), é mais sensual, com muitas espirais, torções de tronco, contato e tem a ênfase do movimento nos tempos ímpares*1. Constato ainda grande mistura entre os dois estilos e alguns subestilos.

Reconhecimento
A cada dia, mais brasileiros e estrangeiros dão o devido reconhecimento e valor à nossa cultura. A dança lambada vem se mostrando um grande incremento profissional, ano após ano registramos mais eventos pelo mundo, que têm essa dança como destaque - concursos, encontros, palestras*2 e congressos como o Br Danças no Rio de Janeiro, o de Barcelona, o de São Paulo e o de Porto Seguro.
Encontramos bailes especializados e professores em diversos estados e nos mais variados pontos do planeta e ainda que chamem equivocadamente a dança lambada de zouk, muitos viveram e vivem dela. Interessante também citar que muitos professores vêm se reunindo para criar formas de divulgações em comum.
De toda essa história ficaram ótimos frutos, por exemplo: uma boa parte dos talentos da dança de salão de hoje, surgiu a partir da lambada; a apresentação da dança a dois aos mais jovens; a visibilidade internacional conquistada - a lambada é a nossa dança de par mais conhecida no exterior (mais até que o samba) e principalmente o resgate do direito, perdido a décadas, de dançar abraçado.

Luís Florião – Professor de lambada e idealizador do Movimento Lambada Brasil
(005521) 85340306 almad@dancecom.com.br
www.dancecom.com.br/sd

[atualizado em fev 2008]


posted by LUÍS FLORIÃO 3:39 PM
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For those who love Lambada and Zouk

Many people believe that lambada – both music and dance – are products from the Caribbean culture. Others believe that “lambada” and “zouk” are different words used for the same rhythm and dance. But that is not true. To understand how the lambada appeared we need to know more, and separate music from dance in this big boiler of rhythms.


“The Caribes” and the Lambada

Instead of Caribbean, maybe it would be better to call that region “The Caribbeans”, since those islands were dominated by Europeans from different countries, giving each island a peculiar characteristic. In this conception, the Caribbeans would be four: the Spanish, the French, the English and the Dutch Caribbean.
Each of them has been influenced to a greater or a lesser extent by the natives, the colonizers and the Africans. In the music, this influence led to a great diversity with something in common: almost all countries use chord instruments that came from Europe and the African percussion (basically from the Yoruba).


Zouk Music

Caribbean music, which is also a spice in many Brazilian rhythms, has always played a great influence in the northern region of Brazil, specially in the state of Maranhão. Zouk is one of these styles of music, originated in the French Caribbean islands of Guadeloupe and Martinique. It is usually sang in “creole” a mix of French and African. Researchers believe that it´s rithmic basis comes from the arabian culture. This same basis is also found in many countries like Spain and Portugal, in the African continent and in practically all America.
One of the versions about the appearing of the zouk music says that it was created to divulge Martinica. The result was parcial though: the rithm has spread in the world, but being divulged trough France, in many places, including Brasil, many people believe that this music is French.


The Dance Zouk

Zouk - that means “party” - is a dance similar to the “Merengue” in the sense that it is danced changing the weight basically in the heads of the musical times. Zouk is practiced in the Caribbean, mainly in the islands of Guadalupe and Martinica, and its choreography is little elaborated.


The music Lambada

Born in the state of Pará, lambada is a Brazilian music style based in the carimbó (in its traditional form, accompanied by drums made of a hollow trunk, tuned by fire) and the guitarrada, also influenced by many rhythms like cumbia, merengue and zouk. Local people from Pará say that a broadcasting station called “lambadas” the most vibrating songs. The adjective “lambadas” then became a noun, naming the rhythm that has the musician Pinduca as it’s most important name. This mixture of carimbó with electronic and metallic Caribbean music became popular. However, the great success happened when French businessmen bought the Copyright of hundreds of songs. With a huge structure of marketing and good musicians, the group Kaoma released the lambada in Europe and other continents. Adapted to the rhythm, the Bolivian song “Chorando se foi” became a summer hit worldwide.
In the external and domestic markets, an intense period of compositions and recordings followed. Dozens of groups and many singers took advantage in the success of the rhythm. That was the case of Sidney Magal, Sandy and Junior, Fafá de Belém and the group Balão Mágico. This is a recurrent tale: the merit of a Brazilian product is recognized in Brazil only after its success in the external market. After the over-exposure phase, the lambada suffered a natural exhaustion, the sales lessened, and the production had to stop.


The Dance Carimbó

Before talking about lambada, let's remember one of its roots: the Carimbó.
Believed to have it´s origin in the Tupinambá Indian tribe, it´s an ancient dance belonging to the amazonian folklor, till today very commonly practiced. It has since long a clear Spanish influence and has as main characteristics movements in which the woman tries to cover her male partner with her skirt, the gallantry, many turns and rotations of the head.


The Dance Lambada

The dance lambada has its roots in the north of Brazil, from a mixture of carimbó, some dances from the northeast and figures from the maxixe, such as the balão apagado. In its first period, the lambada arrived in the northeast, without fixing roots there. In this period the main characteristic of the lambada was the proximity of the partners. Soon the lambada arrives at Porto Seguro and is enriched. The houses “Lambada Boca da Barra” at Porto Seguro and “Jatobar” at Arraial D'Ajuda can be quoted as references. They also played Flamenco Rumba (the so called Spanish lambada) and the zouks (also known by then as French lambada).
By the end of the 80's lambada entered the global mainstream with the success of the French pop group Kaoma, which had some Brazilian dancers in their shows. Inside and outside Brazil, the lambada (both music and dance) became a phenomenon of sales and was even present in the soap-operas (e.g. Rainha da Sucata, 1990), movies and TV-shows. The competition in the spectacles developed dared choreographies, with many turns and acrobatics.

A new style: the Lambada Carioca

After many years of success worldwide, the lambada knew its decline, and stopped being recorded. The Djs simulated the funeral of the music style. The dance, however, survived through music from France, Spain, Arabia, United States, Africa and Caribbean among others. Just to give an exemple, the flamenco rumba band Gipsy Kings sold a lot in Brasil because of the dance. There was a search for a music style with the reading that allowed people to use the movements from the lambada. From all music styles, zouk was the one that fitted best, becoming the preferred music to dance lambada.
Dancing lambada with slower music with more time and pauses that practically did not exist in the lambada music allowed a broad exploration of sensuality, plasticity and beauty of our creation. Movements gained softness and fluidness, changing to the measure that the dance was incorporating and changing with other modalities; the dancers interchange regained value and acrobatics became almost exclusively movements for stages. Many researches also contributed, even outside the social dances, as for instance, the contact improvisation ones.
The Night Club Ilha dos Pescadores (Fisher's Island), Rio de Janeiro, run by “Tio Pio” had the lemma “Lambada will never die while there is at least one lambada dancer”. During all the time that lambada was “out”, the house resisted hosting the dance on Sundays. This resistance helped consolidating the transition from the lambada from Porto Seguro to the Carioca Lambada style.
Nowadays both styles still survive. The style from Porto Seguro (usually called lambada) uses faster songs (lambadas, zouks, Arabian songs, etc), multiple turns of the woman and a lot of movement of the shoulders. This style gives emphasis of the movements either in the even times of the song*1 or alternating evens and odds. The Carioca style (also called lambazouk, lambada zouk, zouk, zouk love, zouk brasileiro, zouk carioca, and many other names) is usually danced to slower songs like the zouk love and the kizomba (love). It is more sensual, with many spirals, twists of the torso, contact and emphasis in the odd times of the songs*1. There can be also found a broad mixture of both styles and some sub-styles.


Acknowledgment

Day after day more Brazilians and foreigners appreciate our culture. The dance lambada has represented a broad professional growth. In the period 2006/2007 about ten events around the world focused the lambada - competitions, meetings, seminars and conferences like the Br Dances Congress in Rio de Janeiro, and others in Barcelona, Brasília and Porto Seguro.
There are specialized dances and teachers in many states of Brasil, and many countries around the world. Even though some people call zouk the lambada by mistake, a large number of people live from this dance style. It is worth to note that many teachers have been meeting to find common ways of unveiling the lambada.
The whole history of the lambada has been very fruitful: a significant number of the most talented contemporary social dancers appeared through the lambada; the accessibility of the dance in pairs to the young people; the international visibility acquired – lambada is our dance in pairs that is best known abroad (even more than samba). It represents the rescue of our rights of dancing embraced.

Luís Florião – Teacher of lambada and creator of the “Movimento Lambada Brasil”.

Escola Sindicato da Dança R. Carmela Dutra, 82 - Tijuca - Rio de Janeiro RJ - Brasil - CEP. 20.520-080 Tel. (005521) 85340306 / 2568-7823 ou 2565-7330 sd@dancecom.com.br / almad@dancecom.com.br

References

1. Most relevant books:
a. Samba de Gafieira – Marco Perna;
b. Pequena História da Música Popular - da modinha à lambada – José Ramos Tinhorão;

2. Selected texts:
a. História da Lambada - Chico Peltier
b. História da Lambada e do Zouk – Luís Fernando de Sant'Anna
c. Manifesto da Lambada-Zouk - Anibal Bentes
d. Lambada / Zouk - Andrei Udiloff
e. Minha Vida se Confunde com a Lambada e o Zouk - Jairo Brasil
f. Mestres da Tradição - viamagia.com.br/mercado5/port/materias/mestres.htm
g. Zouk ou Lambada? - Marta Ribeiro

3. Selected articles:
a. Dança e Saúde - Depois da Lambada e da salsa, é a vez do zouk - Aníbal Feifer
b. Jornal Dance News - Existe uma dança chamada zouk? – Marco Perna
c. Fantástico - Maurício Kubrusly descobre o zouk – Maurício Kubrusly (http://redeglobo.globo.com/Fantastico/%200,19125,TFA0-2141-5656-26520,00.html)
d. Fantástico - No Ritmo do zouk - (http://pop.gmc.globo.com/webmedia/pop_legado.html?usuario=tvgjornalismoaberto&tipo=ondemand&path=/video/fantastico/20021124/zouk_high.wmv&ext.asx) (http://72.14.203.104/search?q=cache:0tnVl_GEk9gJ:redeglobo.globo.com/TVGlobo/Jornalismo/Telejornais/fantastico/CDA/Pops/tvg_cmp_fantastico_materia_impressao/0,13216,5508-32392,00.html+%22No+ritmo+do+zouk%22&hl=pt-BR&gl=br&ct=clnk&cd=3&ie=UTF-8)
e. Carimbó - www.amazonia.com.br/folclore/dancas.asp
f. Dança do Carimbó - www.citybrazil.com.br/pa/belem/folclore.htm
g. Jornal Dance News (2006)
h. Jornal Falando de Dança - Lambada ou Zouk Brazilian Style? Por Marcelo Caetano

Interviews and Field Researches also helped producing this paper.

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*1 – I call “dance in the odd” when the dancers use the odd times of the songs to emphasize the movements of the legs. The weigth of the body is then changed in the times “1”, “2”, and in the “and”; “3”, “4”, “and”, etc. A “dance in the even” emphasizes the even times of the songs, changing the weigth of the body in the times “1”, “and”, “2”; etc.

*2 – Meetings and seminars about the name and/or the history of the lambada:
1. 1o Congresso Lambazouk de Barcelona (2004) – teachers meeting
2. 1o Congresso de Lambada e Samba de Londres (2004) – teachers meeting
3. 1o Br Danças – Congresso Internacional de Danças Brasileiras (2005) - seminar
4. 1o Congresso Internacional de Zouk em Brasília (2005) - seminar
5. 1o Curso de Extensão em Dança de Salão – Rio de Janeiro (2005) – seminar
6. Pós Graduação em Dança de Salão da Famec – Curitiba (2006) - seminar
7. 3o Minas Zouk (2006) – round table with teachers
8. 1o Zouk´n Rio (2006) - seminar
9. 2o Congresso Internacional de Lambada Zouk de Porto Seguro (2007) – teachers meeting.
10. 1o Congresso Internacional de Lambada e Zouk do Rio de Janeiro (2008) – seminar
11. Lamba Porto - Porto Seguro (2008) - seminar

Translated from portuguese by: Thais Mothé-Diniz


[atualizado em fev 2008]


posted by LUÍS FLORIÃO 3:38 PM
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Para los que aman la Lambada y el Zouk

Muchos creen que la lambada – música y baile – son productos culturales de Caribe. Hay todavía los que creen que la lambada y el zouk son nombres distintos para el mismo ritmo y baile. Pero nada de eso es verdad. Para comprender como surgió la lambada y deshacer la confusión se necesita saber más, y separar bailes y músicas en una caldera de ritmos.


Los Caribes y la Lambada

En vez de Caribe, lo más correcto sería llamar a esta región "Los Caribes", considerando que as islas han sido dominadas por diversas naciones europeas, dando características muy distintas a cada una de ellas. Los Caribes serían cuatro: el español, el francés, el inglés y el holandés. Todos tienen en sus culturas, en mayor o menor cantidad, la influencia de los nativos, de los colonizadores y de los africanos.
En la música, esto ha representado una gran diversidad, pero con un detalle: casi todos los países utilizan principalmente los instrumentos de cuerdas que han sido traídos de Europa y la percusión africana (básicamente la de la nación Yoruba).


La Música Zouk

La música caribeña, que además es ingrediente de varios ritmos brasileños, ha siempre tenido gran influencia en el norte de Brasil, especialmente en el Maranhão.
El zouk es una de estas músicas. Fuerte en los países de colonización francesa como la Martinica y Guadalupe, es cantado normalmente en creòle, una mezcla de francés con idiomas africanos. Estudiosos creen que su base rítmica sea proveniente de la cultura árabe. Se encuentra esta misma base también en varios países como España y Portugal, en el continente africano y en prácticamente toda América.
Una de las versiones sobre el aparecimiento de la música zouk cuenta que haya sido criada para divulgar la Martinica y tener, a ejemplo de Cuba, una influencia cultural en América Latina. El resultado ha sido parcial: lograron que el ritmo se difundiera por el mundo, pero como esto ha ocurrido desde la Francia, en muchos países, incluso Brasil, muchos creyeron que la música fuera francesa.


El Baile Zouk

El Zouk - que significa fiesta – es un baile muy parecido al merengue, practicado en Caribe, principalmente en las islas de Guadalupe y Martinica.
Se baila el zouk cambiando el peso básicamente en las cabezas de los tiempos musicales y su coreografía es poco elaborada.


La Música Lambada


La música lambada surgió en el Pará y tiene base en el carimbó (en su forma tradicional, se acompañan tambores de leño afinados a fuego) y en la guitarrada, influenciada por varios ritmos como la cumbia, el merengue y el zouk.
Varios relatos de paraenses (persona nacida en Pará) cuentan que una emisora local llamaba de "lambadas" a las músicas más vibrantes. El uso transformó el adjetivo en sustantivo, bautizando el ritmo que tiene en el músico Pinduca su más importante nombre.
Esa mezcla del carimbó con la música metálica y electrónica de Caribe gaño el gusto popular.
El gran suceso, todavía, sucedió con el ingreso de empresarios franceses en el negocio, que de una sola vez compraron los derechos autorales de centenas de músicas. Con una gigantesca estructura de marketing y músicos buenos, el grupo Kaoma introdució con éxito la lambada en Europa y otros continentes. Adaptada al ritmo, la música boliviana "Llorando se fue" se convirtió en el carro-jefe de la novedad por el mundo.
Luego se siguió un período intenso de composiciones e grabaciones de lambadas tanto en el mercado interno cuando en el externo. Decenas de grupos y otros cuantos cantores se aprovecharon del suceso del ritmo, incrementando sus carreras, como fue el caso de Sidney Magal, Sandy y Jr, Fafá de Belém y el grupo Balão Mágico. Esta es una historia recurrente, donde cambian solamente los personajes: la valoración del producto brasileño ocurre en seguida a su éxito en el exterior.
En seguimiento a este período de superexposición, como ocurrió con casi todas las novedades del pasado, le pasó a la Lambada un desgaste natural, con la consecuente caída en las ventas, hasta cesar completamente la producción.


El Baile Carimbó

Antes de hablar sobre el baile lambada debemos recordarnos una de sus raíces: el carimbó. Con origen atribuído a los indígenas Tupinambá, es un antigo baile perteneciente al folklore amazónico, asta hoy muy practicado. Tiene hace tiempos nítidas influencias espanholas, tiene como características principales: movimientos donde la mujer intenta cubrir al hombre con su falda, el galanteo, muchos giros e rotaciones de la cabeza.


El Baile Lambada

El baile lambada ha tenido su origen en el norte de Brasil, de una mezcla de carimbó y unos bailes de nordeste, y también con algunas figuras del maxixe como el “balón apagado”. En su primera etapa, llegó hasta el Nordeste, pero sin arraigarse. En ese período la principal característica de la lambada fue la proximidad de las parejas.
Luego llega a Porto Seguro y se desarrolla ahí. Como referencias menciono las casas “Lambada Boca da Barra” en Porto y el “Jatobar” en Arraial D'Ajuda - donde desde el inicio también las Rumbas Flamencas (llamadas de lambadas españolas) y los zouks (llamados de lambadas francesas) sirvieron para mecer a los lambaderos.
A fines de los años 80 hubo un éxito mundial gracias a la gran divulgación hecha por el grupo Kaoma, que tenía bailarines brasileños en sus shows. En el exterior y en Brasil, la lambada (baile y música) se ha vuelto un fenómeno de ventas y en poco tiempo la empezaron a utilizar en aperturas de telenovelas (ex. abertura de la Rainha da Sucata, Rede Globo, 1990), películas y prácticamente todos los programas de auditorio – Fue el momento de los grandes concursos, shows etc. La necesidad del espectáculo hizo que los bailarines desenvolvieran coreografías cada vez más audaces, con muchos giros y acrobacias.


El Nuevo Estilo, La Lambada Carioca

Tras varios años de suceso por el mundo, la música lambada sufrió una crisis y no la grabaron más. Los Djs de las discotecas aprovecharon para simular el entierro del estilo musical.
El baile perdió su realce, pero se ha mantenido vivo gracias a los experimentos en las lambaterías con estilos de música variados que tuvieran la misma base de marcación que permitiera bailar lambada. Como ejemplo, podemos citar el grupo de rumba flamenca Gipsy Kings, que tuvo venta extraordinaria en Brasil en consecuencia del baile. Así, las canciones francesas, españolas, árabes, estadounidenses, africanas, caribeñas etc. garantieron la continuación del estilo de baile. De todas las músicas, el zouk fue la que mejor se adaptó, volviéndose la favorita para se bailar la lambada.
El hecho de bailar con músicas de paso más lento, con más tiempo y pausas que prácticamente no existían en la música lambada, permitió explorar al máximo la sensualidad, plasticidad y belleza de nuestra creación. Los movimientos volvieronse más suaves y fluidos, cambiando a medida que el baile se fue incorporando e intercambiando con otras modalidades. La relación interpersonal fue valorada de nuevo y las acrobacias volvieron exclusividad de los palcos. Contribuyeron también varias pesquisas, hasta fuera del baile de salón, como por ejemplo, las de contacto y de improvisación.
La casa nocturna Ilha dos Pescadores (Barra da Tijuca – Rio de Janeiro), comandada por Tio Pio y dirigida con el lema: “mientras existir un lambadero, la lambada jamás morirá”, mantuvo por casi todo el tiempo en que la lambada estuvo fuera de moda, los domingos dedicados a este estilo de baile. En ese ambiente de resistencia se consolida la transición de la lambada de Porto Seguro hacia la lambada carioca.
Hoy, en inicio del siglo XXI, tenemos el estilo de Porto Seguro (generalmente llamado de lambada) que preferencialmente utiliza las músicas más rápidas (lambadas, zouks, músicas árabes...), mucha energía, giros múltiplos de la mujer, mucho movimiento de los hombros y con énfasis del movimiento en los tiempos pares de la música*1 o mismo intercambiando en los pares y impares. El estilo carioca (muchas veces llamado lambazouk, lambada zouk, zouk, zouk love, zouk brasileño, zouk carioca y otros nombres) que normalmente usa músicas lentas como el zouk love y la kizomba (love), es más sensual, con muchas espirales, torciones de tronco, contacto y énfasis del movimiento en los tiempos impares*1. Constato además una gran mezcla de los dos estilos y algunos subestilos.



Reconocimiento

A cada día, más brasileños y extranjeros reconocen y valoran nuestra cultura. El baile lambada se ha mostrado un gran amplificador profesional. En el bienio 2006/2007 hemos registrado cerca de diez diferentes eventos por el mundo, que tienen la lambada por destaque - concursos, encuentros, seminarios*2 y conferencias como el Br Danças en Rio de Janeiro, el de Barcelona, el de Brasilia y el de Porto Seguro.
Se encuentran bailes especializados y profesores en varios estados y en los más variados puntos de la Tierra. Aunque, equivocadamente llamen el baile lambada de zouk, muchos vivieron y viven de él. Es también interesante mencionar que muchos profesores han hecho reuniones para encontrar formas de divulgación comunes.
De toda esa historia quedaronse muy buenos frutos, por ejemplo: gran parte de los talentos de baile de salón hoy en día surgió de la lambada; la presentación del baile a los más jóvenes, la visibilidad internacional conquistada - la lambada es nuestro baile de pareja más conocido en el extranjero (hasta mismo más que el samba) y principalmente el rescate del derecho, perdido desde hace décadas, de bailar abrazado.

Luís Florião – Profesor de lambada y idealizador del Movimiento Lambada Brasil.

Escola Sindicato da Dança R. Carmela Dutra, 82 - Tijuca - Rio de Janeiro RJ - Brasil - CEP. 20.520-080 Tel. (005521) 2568-7823 ou 2565-7330 sd@dancecom.com.br / almad@dancecom.com.br



Algunas Referencias:
Bibliografía
1. Libros más relevantes:
a. Samba de Gafieira – Marco Perna;
b. Pequena História da Música Popular - da modinha à lambada – José Ramos Tinhorão;

2. Textos seleccionados:
a. História da Lambada - Chico Peltier (http://www.dancadesalao.com/agenda/lsthistorialambada.htm)
b. História da Lambada e do Zouk – Luís Fernando de Sant'Anna (http://www.esquadro.com.br/hanibal/zoukbr/historico/historia.htm)
c. Manifesto da Lambada-Zouk - Anibal Bentes (www.esquadro.com.br/hanibal/zoukbr/inicial/inicial.htm)
d. Lambada / Zouk - Andrei Udiloff (www.andreiudiloff.com.br/ritmo%20lambada%20zouk.htm)
e. Minha Vida se Confunde com a Lambada e o Zouk - Jairo Brasil (texto por mensagem eletrônica)
f. Mestres da Tradição - viamagia.com.br/mercado5/port/materias/mestres.htm
g. Zouk ou Lambada? - Marta Ribeiro (http://www.geocities.com/espacobrasil/historia.htm)

3. Materias seleccionadas:

a. Dança e Saúde - Depois da Lambada e da salsa, é a vez do zouk - Aníbal Feifer (www.dancadesalao.com/jornal/dancaesaude/feifer01.htm)
b. Jornal Dance News - Existe uma dança chamada zouk? – Marco Perna (http://www.dancadesalao.com/jornal/dancenews/980801.htm)
c. Fantástico - Maurício Kubrusly descobre o zouk – Maurício Kubrusly (http://redeglobo.globo.com/Fantastico/%200,19125,TFA0-2141-5656-26520,00.html)
d. Fantástico - No Ritmo do zouk - (http://pop.gmc.globo.com/webmedia/pop_legado.html?usuario=tvgjornalismoaberto&tipo=ondemand&path=/video/fantastico/20021124/zouk_high.wmv&ext.asx) (http://72.14.203.104/search?q=cache:0tnVl_GEk9gJ:redeglobo.globo.com/TVGlobo/Jornalismo/Telejornais/fantastico/CDA/Pops/tvg_cmp_fantastico_materia_impressao/0,13216,5508-32392,00.html+%22No+ritmo+do+zouk%22&hl=pt-BR&gl=br&ct=clnk&cd=3&ie=UTF-8)
e. Carimbó - www.amazonia.com.br/folclore/dancas.asp
f. Dança do Carimbó - www.citybrazil.com.br/pa/belem/folclore.htm
g. Jornal Dance News (2006)
h. Jornal Falando de Dança - Lambada ou Zouk Brazilian Style? Por Marcelo Caetano http://www.jornalfalandodedanca.com.br/

Entrevistas y pesquisas de campo también ayudaron a construir ese trabajo.

Escola Sindicato da Dança R. Carmela Dutra, 82 - Tijuca - Rio de Janeiro RJ - Brasil - CEP. 20.520-080 Tel. (005521) 2568-7823 ou 2565-7330 sd@dancecom.com.br / sd@veloxmail.com.br; almad@dancecom.com.br

*1 – Llamo de bailar en el impar cuando, tomando por referencia el inicio de las frases musicales, los bailarines utilizan los tiempos impares (1, 3, 5 o 7) para dar énfasis al movimiento y apartar las piernas. Así, uno cambia el peso en el "1", el “2" y en el "e"; en el “3”, el “4” y en el “e”, etc. Bailan en el par, los que dan énfasis en los pares, cambiando peso en el “1”, el “e” y en el “2”...

*2 - Registro de reuniones o seminarios sobre el nombre y/o la historia de la lambada:
1o Congresso Lambazouk de Barcelona (2004) – reunión professores
1o Congresso de Lambada e Samba de Londres (2004) – reunión professores
1o Br Danças – Congresso Internacional de Danças Brasileiras (2005) - conferencia
1o Congresso Internacional de Zouk em Brasília (2005) - conferencia
1o Curso de Extensão em Dança de Salão – Rio de Janeiro (2005) - conferencia
Pós Graduação em Dança de Salão da Famec – Curitiba (2006) - conferencia
3o Minas Zouk (2006) – mesa redonda con professores
1o Zouk´n Rio (2006) - conferencia
2o Congreso Internacional de Lambada Zouk de Porto Seguro (2007) – reunión de profesores
1o Congreso Internacional de Lambada e Zouk do Rio de Janeiro (2008) – conferencia
1o Congreso LambaPorto - Porto Seguro (2008) – conferencia


[atualizado em fev 2008]


posted by LUÍS FLORIÃO 3:36 PM
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Steven Harper no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro:



posted by LUÍS FLORIÃO 3:34 PM
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Sábado, Agosto 01, 2009

Para quem gosta de Seresta!
MPB - Voz e Violão no Butiquim Cultural em Vila Isabel




posted by LUÍS FLORIÃO 12:30 PM
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Ministraremos, agora em agosto, classes de samba e lambada no BsB DANÇA.

Você que é de Brasília, conhece a Dança Harmônica e quer se aprofundar ou está curioso para saber como dançar mais, melhor, com mais harmonia aproveite a oportunidade:

Lambada Carioca - cambrê de equilíbrio - técnica Florião;
Samba carioca - iniciação em Dança Harmônica;

Alguns dos professores além de nós (Adriana D'Acri e Luís Florião):
Alex Gomes, Álvaro Reis, Israel Szerman, Jimmy de Oliveira, Mafie Zouker, Marcelo Amorim, Marcelo Grangeiro, Max BlackSoul, Mestre Oswaldo, Neuza Abbes, Weligton Lopes, Renata Peçanha, Ricardo Lira, Flavia Valente, Saulo Borges e muito mais.

saiba tudo: www.bsbdanca.com


posted by LUÍS FLORIÃO 12:24 PM
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Segunda-feira, Julho 06, 2009

O Movimento Lambada Brasil e a Escola Sindicato da Dança, convidam a participar de uma oficina especial de lambada estilo Porto Seguro tratando, entre outros temas, da boneca e do gingado baiano.

Convide seus amigos para comemorar conosco os 20 anos de sucesso internacional da Lambada no Brasil aprendendo a dançar.

A aula ocorrerá na Escola Sindicato da Dança no dia 12 de julho das 17 às 19h, o investimento é de apenas R$ 40,00 e as vagas são limitas (20 apenas).

O professor Cláudio Oliveira que ministrará o curso, tem formação superior em Danças pela (PUC – Curitiba) e também pelo Instituto Universitário Nacional de Arte (IUNA - Argentina); é bailarino, coreógrafo e professor de danças afro e populares do Brasil.

Faça logo sua pré inscrição! Deposite no Unibanco - agencia 0417 - conta corrente 113715-3 e envie seu nome completo, telefone, endereço eletrônico e data do deposito p/ comprovacao p/ nosso email almad@dancecom.com.br

Informações gerais

duração: duas horas;
Investimento para o aluno: R$ 40,00;
Data: 12 de julho - domingo;
horário: 17 às 19 horas;
temas: preferencialmente em português;
assuntos da aula: ginga e boneca;
promoção: Escola Sindicato da Dança e Movimento Lambada Brasil;
professor: Cláudio Oliveira
Local: Escola Sindicato da Dança - Rua Carmela Dutra, 82 Tijuca - perto do Metrô de São Francisco Xavier
internet: http://www.dancadesalao.blogger.com.br / www.dancecom.com.br / almad@dancecom.com.br
contatos: 21 85340306; 85340304; 25687823; 25657330





posted by LUÍS FLORIÃO 10:33 PM
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Sexta-feira, Julho 03, 2009

Baile Caipira da Escola Sindicato da Dança



posted by LUÍS FLORIÃO 2:40 PM
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Quinta-feira, Julho 02, 2009

Viva a Tijuca 3!!!



posted by LUÍS FLORIÃO 8:04 PM
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Viva a Tijuca 2!!!

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